A CNBB e as mulheres
Não, elas não querem mais ter filhos! Sem projeto de futuro, não dá! Queridinhos pastores dos cordeirinhos em holocausto, Se eles fossem mais solidários, amorosos, carinhosos, atenciosos com a vida, teríamos quantos filhos Deus mandasse, mas assim, sem um projeto digno de futuro, não dá! Sem sermos respeitadas na nossas integridade física e moral, não dá! Na violência e na opressão da força do mais forte, para sofrer toda sorte de humilhações, não dá! Assim? Tudo só pro primogênito? E os outros, para serem mortos ao nascer e durante toda a infância, torturados com esqueletos em guarda-roupas de quarto de dormir, para sofrer todo tipo de assédio físico e moral, espancamentos, sufocamentos, desmoralizações e humilhações? Não dá! Meninas para serem abusadas e humilhadas desde que nascem para ficarem de objeto passivo ao serviço deles? Não dá! Meninas na fila da morte, para serem vendidas por R$400,00 e serem exploradas por policiais e políticos nos bordéis que eles sustentam? Não dá! As negras não querem mais ter filhos. Ter filho pra quê? Pra ser escravo, torturado e chicoteado? Receber tratamento desumano e degradante? Não dá! Tudo com a anuência da Igreja que é a cara de santinho do diabo dos médicos que nos intoxicam a existência para nos matar ou nos excluir enquanto loucos, doentes, para não terem que se responsabilizar pela nossa morte? Queremos dignidade para as mulheres, as geradoras da vida, as transmissoras da cultura! As que dão sua vida pela vida dos pequenos. Elas não tiram a vida, elas dão a vida. Não precisa rouba-las. Elas estão exauridas, não vêem? Não precisa tanta violência, somos indefesas! Parem de ser cínicos! Eles matam toda a esperança no porvir! O que se espera é crescer com alegria, com investimento na saúde e educação e perspectivas profissionais e de carreira. O mundo que sustentam está doente! É preciso cuida-lo. Vocês já mostraram por milênios a sua incompetência, pois só destruição causam. Muita guerra para a pilhagem e o extermínio? Para o gozo dos selvagens? Não dá! Parem de paralisar a história! Não precisa tanta destruição, o planeta chora! Queremos nossos direitos, agora, sem mais tardar.
Categoria: Historia da Humanidade
Escrito por MaGia às 08h58
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
A CNBB e a mulheres HERODES E A MATANÇA DOS INOCENTES 
E COM ESTAS FALÁCIAS, ELES AINDA TENTAM NOS CULPABILIZAR PELOS CRIMES QUE ELES COMETEM. QUEREM PARAR O TEMPO E PARALISAR A HISTÓRIA? O PAI, SIM, PODE MATAR. Queridos padres bonzinhos amigos das mulheres, Se eles, os homens, amassem, respeitassem e criassem os seus filhos, o mundo não estaria assim, cheio de gente sem eira nem beira. Engravidar é a maior delícia e é o que mais querem as mulheres. A gravidez, devido aos hormônios do crescimento, é extremamente prazerosa e há mulheres que têm dezenas de filhos por prazer. Se os homens nos dessem condições dignas de vida teríamos todos os filhos que Deus mandasse e não teriam tantas mulheres tendo que criar seus filhos sozinhas e nem tantos filhos abandonados. O corpo da mulher não pertence à família, nem ao marido, nem à Igreja, nem ao partido, o corpo da mulher pertence à ela e ela deve ter o direito de decidir sobre o seu corpo e o seu desejo. Querem nos escravizar na maternidade quando não nos dão condições dignas de maternar e nem expectativa digna de futuro? Até quando pensam que vamos acreditar nestas falácias para nos destituir de nossos direitos? Para nos subjugar, nos humilhar, nos empobrecer, nos incapacitar e nos excluir da vida em sociedade? Nem eles sabem o que dizem, segue uma explanação sobre a época de Herodes e as suposições feitas a partir de fantasias e sobreposição de crenças e saberes: HERODES 243. Crueldade, ou uma lenda? Não nos podemos apoiar sem reservas no episódio da matança dos inocentes meninos de Belém, porque apresenta conotações lendárias muito fantasiosas. Mais seguro é simplesmente supor que Jesus nasceu ao tempo em que Herodes o Grande era vivo e lembrado como reconstrutor do templo. A matança dos inocentes meninos de Belém é uma narrativa que contém algo intrinsecamente impossível. Supõe ela ainda uma facilidade incrível de encontrar soldados capazes de apunhalar crianças do mesmo povo a que pertenciam. Supõe ainda mais, que isto se fizesse sem resistência e sem consequências em um pacato vilarejo das proximidades de Jerusalém. Um tipo de narrativa como o da matança dos inocentes só era possível de ser veiculado posteriormente em forma de fantasia. Então servia como ilustração de outras barbaridades que o mesmo Herodes houvera cometido. A narrativa ocorre apenas em Mateus, não sendo retomada pelos outros Evangelhos Sinóticos (Marcos e Lucas), e nem por João. "Vendo então Herodes que tinha sido enganado pelos magos, ficou muito irado e mandou massacrar em Belém e nos seus arredores todos os meninos de dois anos para baixo, conforme o tempo exato que havia indagado dos magos" (Mt 3, 16). Fonte: Megahistória das religiões: Fundação do cristianismo. 4251y000. FUNDAÇÃO DO CRISTIANISMO - Autor: Evaldo Pauli, Professor da Universidade Federal de Santa Catarina; Professor da Academia Internacional de Ciências de San Marino; Membro da Academia Brasileira de Filosofia, RJ.
Observatório da Clínica Mirian Giannella Ex-aluna dos Colégios Nossa Senhora do Rosário e Maria Imaculada em São Paulo.
Categoria: Historia da Humanidade
Escrito por MaGia às 15h00
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
Sobre o Incesto = abuso sexual intra-familiar
O incesto é uma empresa de demolição sistemática de uma personalidade. Resistir a esta demolição demanda muita coragem e energia. “A criança abusada é um ser sem lei já que o adulto que deveria transmiti-la é quem a transgride e a criança fora da lei se estrutura mal”. A vida ameaçada, ultrajada, adoecida, demanda retomar seus direitos. A luta é terrível, difícil não largar quando muitas vezes seria preferível se deixar levar pela morte. Continuar a viver demanda uma verdadeira coragem, o suicídio sendo visto muitas vezes como “a solução” para acabar com todos os sofrimentos. Delphine Durant Tradução Mirian Giannella
Categoria: Vitimologia - Apoio às vítimas
Escrito por MaGia às 23h22
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
Não há amor? Apenas dor? Não há acolhimento? Apenas sofrimento?
Escrito por MaGia às 19h05
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
ÓTIMA INICIATIVA IMPLICAR OS PROFESSORES
Professores devem ser preparados para identificar efeitos de maus-tratos e abuso sexual em alunos
Cursos de formação de professores da educação básica e de pedagogia devem oferecer conteúdos que permitam aos futuros profissionais da área identificar efeitos físicos e psicológicos decorrentes de maus-tratos e de abuso sexual contra crianças e adolescentes. É o que prevê projeto (PLS 638/07) do senador Cristovam Buarque (PDT-DF) aprovado pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), nesta terça-feira (29).. A regra deve ser instituída como mais uma das normas de proteção do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Na justificação, Cristovam afirma que sua intenção com o projeto não foi criar "clima alarmista", mas apenas propor mais um mecanismo que ajude no combate a atos de violência contra menores, muitas vezes praticado no próprio ambiente doméstico, como revelariam estudos e pesquisas. Na CE, a proposta foi relatada pela senadora Fátima Cleide (PT-RO), que recomendou a aprovação. Aprovada em decisão terminativa, a matéria deve ir agora diretamente a exame na Câmara dos Deputados.
Punições
Como observa o autor, o texto do ECA já prevê pena administrativa de três a vinte salários mínimos, que pode ainda ser duplicada em caso de reincidência, ao médico, professor ou responsável por estabelecimento de saúde ou creche que deixar de comunicar às autoridades casos suspeitos ou confirmados de maus-tratos contra crianças e adolescentes. Em tese, afirma o senador, os médicos já estão preparados para identificar esse tipo de ocorrência, sobretudo as que são de natureza física. No entanto, mesmo convivendo por mais tempo com alunos menores de idades, de modo geral os professores não contariam com preparo para identificar de efeitos físicos e psicológicos de maus-tratos e abuso sexual eventuais. O projeto não impõe a criação de uma nova disciplina nos cursos, salienta Cristovam. Segundo ele, cada instituição de ensino terá a liberdade de decidir a forma mais adequada de cumprir a orientação curricular para a abordagem do novo conteúdo. No exame da proposta, Fátima Cleide manifestou a confiança de que o treinamento adequado dos profissionais da educação poderá contribuir de forma significativa para o combate à violência contra crianças e adolescentes. Ela cita relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) com o registro, entre 2003 e 2007, de nada menos que 76.568 denúncias de violência contra crianças no Brasil, a maioria com envolvimento de pessoas da família - em 81,3%, os pais foram identificados como responsáveis. A matéria já havia sido aprovada na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Na CE, a relatora aproveitou as duas emendas que haviam sido aprovadas na primeira comissão. Gorette Brandão / Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
fonte: http://infanciaurgente.blogspot.com/
|
Escrito por MaGia às 12h34
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
A coisinha do papai...
Fazendo pesquisas para o meu livro, “Puppet Child”, descobri que este “algo de mal”, podia ser os juizes, especialmente quando se chega às alegações nos processos por abuso sexual de criança.
Escrito por MaGia às 13h06
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
Crianças em propriedade. Quando o crime de abuso sexual é confirmado a propósito de uma criança por um vizinho, o autor é suscetível de prisão firme. Se o mesmo abuso for confirmado sobre um de seus próprios filhos, o pai implicado terá provavelmente atribuída a guarda exclusiva. Por trás desta decisão injusta esconde-se a tradição feudal persistente na qual a criança é propriedade do pai.
Escrito por MaGia às 13h05
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
Confundem pais que guardam o controle com pais amorosos. Juizes confundem com amor a resistência de um pai a perder a guarda sobre uma criança que tenha se tornado o seu objeto sexual e a sua arma contra uma mãe que tenta lhe fazer perder o filho. Favorecer a teoria da Síndrome da Alienação Parental (SAP). A teoria SAP mantém que a criança tenha sofrido lavagem cerebral para que dê falso testemunho.
Escrito por MaGia às 13h04
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
No entanto, quando um pai é reconhecido culpado de abuso sexual, os juizes eliminam as provas. Enquanto muitos juizes (dos quais numerosos pais) não crêem que o abuso sexual exista, não querem se arriscar no terreno criminoso da pedofilia
Escrito por MaGia às 12h59
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
- Não respeito às Leis. A carga da prova de agressão sexual exige “um predomínio requerido da prova” e, em vez de procurar a definição criminosa “para além da dúvida razoável”, os juizes exigem frequentemente datas, frequências ou testemunhos impossíveis de trazer por uma criança. Estes mesmos juizes não exigem nenhuma prova quando a especulação reside na queixa de que o abuso sexual encontra a sua origem numa manipulação por parte da mãe sobre a criança.
Escrito por MaGia às 12h55
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
- Misoginia. Na Virginia, Kathy teve de ouvir do juiz que confiava a sua filha de dois anos ao pai abusador: “É o que se obtém quando não se tem advogado! ” Na Flórida, o juiz Paul Marko declarou à Marianne Price: “Os bares de solteiros estão cheios: vá e faça a sua escolha! ” Em Michigan, o juiz Gregory Pittman deu a ordem de prender juntos um casal após a esposa ter dado queixa contra seu ex-marido por ter violado a medida de proteção. É habitual negar às mulheres o direito a um julgamento exigível, negar-lhes o huit-clos, vítimas de perjúrios ou sujeitas à ilegais processos fora do seu Estado.
Escrito por MaGia às 12h54
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
- Resistência a estigmatizar o homem como pedófilo. De acordo com um relatório de 1996 as mulheres fazem raramente falsos relatórios de abusos ou de violências sobre crianças. No entanto, quando um pai é reconhecido culpado de abuso sexual, os juizes eliminam as provas. Não respeitam às Leis. A carga da prova de agressão sexual exige “um predomínio requerido da prova” e, em vez de procurar a definição criminosa “para além da dúvida razoável”, os juizes exigem frequentemente datas, frequências ou testemunhos impossíveis de trazer por uma criança. Estes mesmos juizes não exigem nenhuma prova quando a especulação reside na queixa de que o abuso sexual encontra a sua origem numa manipulação por parte da mãe sobre a criança. É habitual negar às mulheres o direito a julgamento.
Escrito por MaGia às 09h50
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
Finalmente, as crianças são as perdedoras porque são dependentes de mães sem representação legal, por pobreza ou por falta de recursos financeiros para poder empreender batalhas jurídicas ou para ir em audiência. (Os profissionais tentam cada vez mais ajudar “as associações de pais” bem financiadas.) Além disso, os homens, alguns deles associados e apoiados por uma equipe jurídica, apresentam-se em vantagem na frente do Tribunal, comparativamente com mães assustadas, transtornadas, que os juizes vêem como histéricas, paranóicas e vingativas. E, em todo o país, atrás de cada caso em que se desacredita os direitos constitucionais da mulher num tribunal de Juventude, há crianças com necessidade de proteção. Em vez disso, sofrem, sem direito à palavra, das sentenças à vida.
Escrito por MaGia às 09h43
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
Talia Carner, uma advogada para crianças vítimas do sistema judiciário, é autora de “Puppet Child”, um drama judiciário sobre uma mãe que tenta evitar que sua filha seja presa da “justiça do sistema judiciário”. www.taliacarner.com http://www.vibrantnation.com/interviews/2008/08/26/the-scandal-in-our-own-backyard/
Tradução de Mirian Giannella da tradução francesa de Victor Khagan.
Escrito por MaGia às 09h39
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
Não há Psicologia da Vítima
Não há psicologia da vítima de incesto. A Europa e, mais particularmente a França, permaneceram nos anos 70 com as afirmações dogmáticas da psicanálise que atribui os testemunhos de agressões incestuosas a um desejo inconsciente. [Freud, filho submisso, mesmo negando revelou a origem da histeria nos abusos sexuais infantis.] Hoje ainda, ouço dizer, numa clínica que acolhe anoréxicas, sobre aquelas que afirmam ter sido vítimas de incesto: “É um meio, para elas, de se tornar interessantes!” Tampouco há psicologia do predador familiar. Além do SAP (Síndrome da Alienação Parental) que justifica numerosos desvios, há este novo “conceito” das falsas alegações que permite, em numerosos casos classificar um caso assinalado e entregar de volta a vítima às suas caras mentiras. Ora, é relativamente fácil que um clínico formado revele falsas as alegações quando existem. Melhor, pode-se distinguir, graças à uma entrevista exaustiva se a pessoa foi vítima de viole durante a sua infância. Mas poucos psis são formados em vitimologia, sem falar “dos peritos” que expedem um caso em duas ou três horas e botam um relatório “incontestável” cujo juiz seguirá as conclusões. Percebe-se por conseguinte, em todos os níveis, as inércias de um sistema de recusa: - o juiz, por preguiça não irá procurar um perito formado em vitimologia; - o psi (quiatra ou cólogo) que tem seus dogmas; - os advogados que frequentemente são inibidos e relativamente passivos; - globalmente um público que negligencia descaradamente a importância destes assuntos; - o sistema de ajuda médico e social que nunca calculou custo social das sequelas dos traumas sofridos na infância; - um sistema moral ainda extensamente fundado sobre a supremacia do macho. Illel Kieser
Categoria: Vitimologia - Apoio às vítimas
Escrito por MaGia às 09h37
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]
|
|
 |



|
Meu perfil
BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, Mulher, de 46 a 55 anos, Portuguese, French, Livros, Política, educação Yahoo Messenger - mirian_magda
|
|